A RESPONSABILIDADE EMOCIONAL PODE CAUSAR O MEDO DAS PESSOAS SE RELACIONAREM

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xperiências frustrantes, sentimentos negativos e o receio de cometer o mesmo erro, pode fazer com que as pessoas se fechem no amor

São Paulo, fevereiro de 2018 – Andando pela cidade, podemos notar o quão ariscas as pessoas estão ficando. O clima agradável, sem intenções e, até mesmo, inocente se tornou cada vez mais raro. Conversas espontâneas surgem com menos frequência. O ser humano criou um certo medo de se relacionar uns com os outros. Mas já parou para pensar o quanto isso nos afeta?

Segundo a especialista em relacionamentos humanos e personal friend, Renata Cruz – que já atendeu diversos casos de pessoas que perderam a confiança nos outros – quanto mais agravante for o caso, maior a chance de levar ao isolamento social, causando fobias, ansiedade e, até mesmo, podendo chegar a depressão. A maioria desses casos ocorrem devido a relacionamentos amorosos mal sucedidos. “Essas relações já são complicadas por si só, pois são duas pessoas com suas diferenças, opiniões, personalidade e – até que tudo isso se alinhe – muitas confusões acontecerão, causando trauma”, explica Renata.

O medo de perder a liberdade é outro ponto a ser abordado. “O fato de ter que lidar com uma grande responsabilidade, já que relacionamentos envolvem emoções de ambos, afasta a possibilidade de compartilhar a vida a dois. No entanto, quando desistimos do amor e não damos uma chance, as oportunidades que podemos perder são gigantescas”, ressalta a personal friend.

Segundo uma pesquisa feita pela Universidade da Califórnia, nos EUA, os nossos medos, traumas e inseguranças pode vir da barriga, quando a mãe passa quimicamente tudo o que sente. Caso a gestação seja mais conturbada, pode alterar – até mesmo – a saúde da criança, inclusive a personalidade e atitudes futuras. Mas calma, isso não significa que todos estão fadados a viver esses traumas. “Por mais que algumas situações não estejam ao nosso alcance, pequenas atitudes podem fazer com que consigamos recuperar a segurança, para que possamos viver em paz e sem medo de nos machucar”, conta Renata Cruz.

Algumas das atitudes comentadas acima são: amar a si mesmo, pois só desta forma você estará preparado psicologicamente para tudo; se aceite; jamais se compare a alguém do passado – seja do seu ou do seu (sua) parceiro (a); entenda que você é único (a). “Por mais que tenha passado por experiências negativas, saiba que você pode sempre se aprimorar, ficando mais esperto para novos desafios, ao invés de se fechar. Permita-se a conhecer novas pessoas”, conclui a personal friend.

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Conselheira, atua na área como Personal Friend há 20 anos e sempre se preocupou em entender as pessoas não como jurista, mas como humanista. Licenciada em Direito, com formação em Coaching e Desenvolvimento Pessoal, a ideia é atender pessoas que precisam conversar e escutar bons conselhos, seja sobre a família, trabalho, relacionamento, entre outros. Os encontros são realizados em locais públicos e duram, em torno de, 1 hora.

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