Dicas financeiras: como economizar com consciência

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economizar com consciência
Maurício Galhardo
Maurício Galhardo, especialista em finanças pessoais

O especialista em finanças pessoais, Mauricio Galhardo, dá dicas valiosas para que você não desperdice o seu “rico dinheirinho” e saiba economizar com consciência.

1 – Gastar menos é questão de consciência. Saber quanto se gasta, ajuda a gastar menos. Assim, ANOTE seus gastos.

Atualmente há aplicativos de celular gratuitos que ajudam nesse trabalho. Quando você sabe seus números, fica mais fácil entender o que está acontecendo.

2 – Adapte sua forma de pagamento ao seu controle. Se você é descontrolado, recomendo que pare de usar dinheiro e comece a usar o cartão de débito. Desta forma, se guardar os “papeizinhos”, saberá onde gastou e terá um controle melhor.
3 – Evite lugares onde você sabe que há risco de comprar mais. Se você adora sapatos, evite passar na frente de lojas de sapatos.
Compras no Supermercado4 – Leve uma lista de compras ao supermercado, assim suas compras ficam mais objetivas e você não fica zanzando e pegando qualquer coisa nas prateleiras. Vá ao supermercado de “barriga cheia”, ir com fome fará você comprar mais.
5 – Dedique alguns minutos para pensar nos seus sonhos. Depois transforme seus sonhos em metas, suas metas em planos, e assim por diante. Quem sabe o que quer, aumenta as chances de “se segurar” à frente de uma compra por impulso.
6 – Com a família é preciso fazer um plano antes de sair de casa. Se vão ao cinema, defina horário, compre com antecedência, pense o trajeto, etc. Ir “pra passear” em um shopping não existe, afinal eles foram feitos para comprar.

Se quiser ficar andando, correndo, conversando, sem ter problemas com o tempo, vá à um parque. E, mesmo assim, defina quanto vai, ou pode, gastar com um refresco ou um lanche para não chegar na hora e se sentir tentado a comprar.

7 – Grandes compras não devem ser feitas sem planejamento, sem pesquisar em outros lugares, ou mesmo sem consultar a opinião de outras pessoas que já compraram ali.

Até é compreensível a compra de um doce por impulso após uma refeição, por exemplo, mas comprar um carro por impulso é catastrófico. Bens de maior valor precisam ser cotados, negociados e, principalmente, conversados em família, pois uma compra grande pode impedir uma viagem de férias maior, ou a compra de um outro bem.

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Jornalista desde 2005 com atuação em mídia impressa, on line e com vasta experiência como assessora de imprensa. Especialista nos segmentos de Cultura, Moda, Turismo, Beleza, Negócios, Gastronomia e Personalidades.

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