Em primeira mão, VIDEOCAMP lança filme sobre a crise hídrica que acometeu São Paulo

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“Água Mole, Pedra Dura”, que já foi exibido em festivais, estreia na plataforma próximo a comemoração do Dia Mundial da Água

Em 2014, a cidade de São Paulo viveu o ápice de seus problemas com água: os reservatórios da região metropolitana atingiram níveis baixíssimos, o que obrigou as autoridades a recorrerem ao chamado volume morto do sistema Cantareira e a fazer campanhas para que a população economizasse água em suas residências. Esse período de crise, que ainda hoje ecoa, é retratado no filme ‘Água Mole, Pedra Dura’, que estreia em primeira mão no VIDEOCAMP. Codirigida por Flavia Angélico e o James Lloyd, a obra, que já foi exibida em festivais, fala também dos impactos que a gestão da água tem sobre a vida das pessoas.

Mais do que um estudo de caso, ‘Água Mole, Pedra Dura’ é um documentário investigativo sobre como rios urbanos se tornaram esgotos tóxicos, mostrando perspectivas históricas, políticas, financeiras e sociais que permeiam a questão. Com depoimentos de pessoas que sofreram os reflexos dessa crise hídrica, cientistas, formadores de opinião, ativistas e especialistas em saúde pública e meio ambiente, o filme é um apelo profundo à sociedade e ao poder público.

Além de expor a crise hídrica paulistana e colocar em cheque as medidas tomadas, os diretores também apresentam, ao longo dos 71 minutos de filme, como a falta de água se tornou uma ocorrência mundial especialmente a partir do esgotamento de áreas verdes de mananciais e em razão da má gestão do lixo sólido e saneamento. No mês em quem se comemora o Dia Mundial da Água (em 22 de março), esta é uma produção indispensável e que propõe reflexões sobre esse recurso essencial.

As sessões de ‘Água Mole, Pedra Dura’ já podem ser agendadas com antecedência em: videoca.mp/Kk2XHb

Sobre o VIDEOCAMP

O VIDEOCAMP acredita no poder do cinema para transformar realidades e para isso tem como missão colocar questões socialmente relevantes em pauta, divulgando causas que merecem ser amplificadas e histórias que merecem ser contadas. Um catálogo de filmes de impacto e um modelo de acesso democrático permitem que os usuários do VIDEOCAMP organizem sessões públicas e gratuitas dos filmes onde quer que estejam.

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