Frutas pouco conhecidas que são anti-inflamatórias e antioxidantes

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Crédito Agência Fapesp
Crédito; Agência Fapesp

Alimentação saudável é o nome da vez. Muito tem se falado sobre cuidar da saúde e equilibrar o que ingerimos para evitarmos diversos problemas.

Dentre alimentos sugeridos estão as frutas que dela muitas consumimos no dia a dia como maçã, banana, pera, melancia e assim por diante. Mas você já ouviu falar em bacupari-mirim, araçá-piranga, cereja-do-rio-grande, grumixama e ubajaí?

Então se prepare para conhecer estas preciosidades e, quem sabe um dia, começar a conhecê-las cada vez mais.

Mesmo não sendo muito conhecidas, estas frutas possuem grandes propriedades bioativas que, além dos valores nutricionais, têm elevadas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, que foram reveladas em uma pesquisa desenvolvida na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade de La Frontera, no Chile.

Nas gôndulas dos supermercados

Originárias da Mata Atlântica, a previsão é que elas ganhem produção em massa e cheguem aos consumidores o mais rápido possível. “Não havia muito conhecimento científico sobre as propriedades dessas frutas nativas. Agora, com os resultados do nosso estudo, a ideia é fazer com que elas sejam produzidas por agricultura familiar, ganhem escala e cheguem aos supermercados. Quem sabe elas não se tornam um novo açaí?”, disse Severino Matias Alencar, do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição da Esalq.

São frutas que se enquadram em alimentos funcionais que, além do que já foi dito, combatem os radicais livres, que são os átomos instáveis e altamente reativos que se ligam à outros átomos, provocando danos como envelhecimento celular ou doenças. “O organismo tem naturalmente antirradicais livres, que neutralizam e eliminam os radicais livres do corpo, sem causar dano. Porém, fatores como idade, estresse e alimentação podem promover um desequilíbrio nessa neutralização natural. Nesses casos, é preciso contar com elementos exógenos, ingerindo alimentos que tenham agentes antioxidantes como os flavonoides, as antocianinas do araçá-piranga e das outras frutas do gênero Eugenia”, finaliza Pedro Rosalen, da Faculdade de Odontologia da Unicamp em Piracicaba.

Fonte: Agência FAPESP

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Diretor Editorial e de Redação da Revista Nova Família. Jornalista e assessor de imprensa, desde 2001, conta com grande experiência como repórter, em jornais impressos e emissora de TV, como editor de revista, e webwriter. Além disso, é especialista em assessoria de imprensa e comunicação corporativa, incluindo mídias sociais, marketing digital e otimização de sites (SEO)

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