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Mitos e verdades sobre o Microagulhamento

Mitos e verdades sobre o Microagulhamento

O procedimento melhora a textura da pele e pode ajudar até em casos de calvície

O envelhecimento, flacidez, cicatrizes de acne ou queimaduras, estrias, crescimento capilar fraco e manchas na pele (como o melasma, por exemplo) podem ser tratados pela técnica que se tornou famosa no Brasil há alguns anos, o Microagulhamento.
 
Esse tipo de tratamento é uma opção não cirúrgica que é feita através de uma estimulação natural realizadaa com pequenas micro-agulhas que rolam pela pele promovendo microperfurações. Estas microperfurações realizadas são responsáveis pela indução de um processo inflamatório no local, capaz de estimular os fibroblastos, que são células responsáveis pela produção de colágeno local e pela absorção de outros cosméticos que podem ser utilizados em conjunto.
 
A Dra Thais Sydulovicz, Sócia Proprietária da Clínica TOPFIT, apresenta, “A técnica é minimamente invasiva, o tamanho das agulhas pode variar dependendo do local à ser tratado, o procedimento é realizado com anestésico tópico e pode durar em torno de 30 minutos à uma hora”.
 
Esse procedimento pode ser realizado em áreas como rosto, pescoço, colo, nas mãos e braços, assim como, no abdômen, coxas e outros. O paciente nos dias anteriores à sessão deve interromper o uso de ácidos e dar preferência aos protetores solares com fator superiores a 30.
 
Após a aplicação do anestésico, são realizados movimentos de vai e vem em posições diferentes em toda a área tratada. O tipo de agulha e pressão utilizada também varia de acordo com a região e situação da pele.
Após realizado o procedimento, o paciente pode sentir nos primeiros dias, vermelhidão, inchaço, e sensibilidade, bem como uma leve descamação.
 
A Dra Maikiara, Fisioterapeuta Dermatofuncional, finaliza, “Esse tratamento não deve ser realizado em casa, apenas profissionais qualificados podem realizar a técnica com as agulhas”.