Chef dá dicas para de alimentação para celíacos

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Chef dá dicas para de alimentação para celíacos

Segundo a estimativa, mais de 150 mil brasileiros sofrem de intolerância ao glúten atualmente. Entre os muitos desafios enfrentados pelos portadores da doença, as opções de alimentação para celíacos é uma dos maiores.

A Chef de Cozinha, Paula Rosignoli, foi diagnosticada com a doença celíaca em 1995. Hoje está a frente da padaria Pra Lá de Bom, especializada em produtos livre de glúten. “Encontrar opções gostosas e livres de glúten é um desafio pra gente. Isso que me motivou a criar a loja”, conta.

Segundo a chef, o fato de não poder  consumir a farinha de trigo não é sinal de não consumir os alimentos que precisam deste ingrediente.”Temos no mercado opções de mix de farinhas sem glúten que substituem com bom resultado a farinha de trigo. No rótulo, aparecem as instruções de uso para a substituição nas receitas mais comuns. Esses mix já possuem a proporção adequada de farinha- amido-espessante (que dá a liga). Neles são utilizadas normalmente a farinha de arroz, a fécula de batata, amido de milho, polvilho doce e azedo”, explica.

Paula reforça ainda que existem ainda outras e melhores opções de farinhas naturalmente sem glúten. Como a farinha de quinoa, de amaranto, de sorgo, de painço, sarraceno, além de farinha de arroz integral. “Sempre deverão ser utilizadas em conjunto com amidos e com o espessante para dar a liga. Valer ressaltar o cuidado que precisamos ter, com a contaminação cruzada, com a procedência dessas farinhas, armazenamento e transporte”, finaliza.

Dicas de alimentação para celíacos 

Á convite da Revista Nova Família, a chef deu algumas dicas para facilitar. Ela reforça que a principal é sempre contar com um acompanhamento médico e nutricional.

  • Procurar alimentos frescos e saudáveis na natureza. Evitar os que sejam transgênicos e os que utilizam agrotóxicos.
  • Cozinhar produções simples onde prevaleçam a cor e o sabor dos alimentos.
  • Procurar lugares “glúten free” para se alimentar com a família e amigos. Assim todos possam compartilhar o alimento e o momento.
  • Fazer parte de grupos e associações “sem glúten” nas mídias sócias, com troca de informações e receitas…

Atl08/17