Apneia do sono, vc sofre desse mal?

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Apneia do sono, vc sofre desse mal?

Apneia do sono, quase 1/3 da população sofre com esse problema e corre riscos.

Uma noite mal dormida está ligada diretamente a qualidade de vida de um indivíduo.

São o que mostram os números de pesquisas realizadas pelo Instituto do Sono, que revelou que 63% dos brasileiros têm algum problema relacionado ao sono.

Distúrbios como insônia, ronco e apneia (parada respiratória durante o repouso) interferem no descanso e prejudicam o bem-estar físico e cognitivo do indivíduo.

A apneia obstrutiva do sono é um dos casos mais graves e na maioria das vezes quem sofre com ela não reconhece seus sintomas.

Ela aflige cerca de 9% das mulheres e 24% dos homens, a maioria deles de meia-idade ou mais velhos, e, mesmo assim, quase nove em cada dez adultos com essa condição tratável permanecem não diagnosticados, de acordo com a Academia Americana de Medicina do Sono.

“A apneia obstrutiva do sono é uma condição cada vez mais comum, mas muitas vezes não percebida ou não tratada, que pode resultar em má qualidade de vida, risco de desenvolver doenças cardíacas, AVC, diabetes e até mesmo câncer, e talvez o mais importante de tudo: um risco grande de sofrer uma parada cardíaca enquanto dorme”, explica o cirurgião bucomaxilo Cláudio Claro.

Os sinais e sintomas mais comuns da apneia são roncos, apneias testemunhadas e sonolência excessiva diurna, além de respiração ofegante, sensação de sufocamento ao dormir, sono agitado, dificuldade de concentração e dor de cabeça matinal.

“Os fatores de riscos para desenvolver a doença podem estar ligados a diversas situações e a obesidade é a mais frequente. Porém pacientes com maxilar inferior encurtado (o que empurra a língua muito para trás, tapando a garganta), tabagismo, excesso de álcool, aumento das amígdalas e adenoides, também podem ser agentes causadores”, comenta o médico.

Uma dica do especialista para identificar a apneia obstrutiva do sono é convidar alguém próximo para dormir em sua casa por uma noite ou duas e perguntar de manhã se a pessoa ouviu ou foi despertada por seu ronco, e se percebeu se sua inspiração era seguida por uma interrupção aparentemente prolongada da respiração.

“O ronco não tem de ser alto para ser um sintoma de apneia do sono, mas é provável que seja irregular e intercalado com pausas tranquilas”, revela o cirurgião.

Por Redação

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