Até 2020, 82% do tráfego da internet será de vídeos

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O consumo de conteúdo online está alcançando as proporções da TV. A publicidade online movimentou mais de R$ 9 bilhões só em 2015, sendo destes mais de R$ 1,03 bi investidos em mídias com vídeos digitais. De acordo com dados recentes do IAB e da Comscore, o momento é de transformação, o novo consumidor está mais conectado do que nunca e não aceita mais ficar preso a padrões pré-estabelecidos pelos grandes grupos de comunicação.

De acordo com uma pesquisa divulgada pela CISCO, 80% do tráfego de dados da internet será fazendo uso de vídeos. Outro dado interessante do estudo mostra que os gastos com anúncios nessa mídia para smartphones, em 2016, superaram em 23% (US$ 10 bilhões) o montante investido no ano anterior.

O potencial de impacto de marcas, sejam elas voltadas a quaisquer segmentos, cresce junto com a adesão do público ao novo formato. Segundo Celso Augusto Forster, cofundador da plataforma de streaming para transmissões de shows ao vivo ClapMe, o mercado como um todo está acordando para essa realidade.

“Impressiona o impacto e engajamento da audiência com o vídeo online, que é ainda maior nas transmissões ao vivo. O salto de qualidade torna a experiência única, tanto para o fã (que busca a todo instante novas formas de interação e se aproxima do ídolo), quanto para os potenciais clientes e consumidores das marcas que promovem seus produtos e serviços – estreitando o laço emocional com a audiência”, conta Forster.

Só nos Estados Unidos, a projeção até 2019 para investimento com ações voltadas a propaganda de vídeo digital mostra que o mercado deve bater a marca de US$ 14 bilhões. Quase metade desse valor, deve ser destinado ao vídeo mobile.