Dia Nacional de Combate ao Colesterol: a importância de hábitos saudáveis para prevenção e tratamento

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O Dia Nacional de Combate ao Cesterol. Segundo levantamento da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), os níveis de colesterol elevados têm atingido aproximadamente quatro entre dez brasileiros adultos. 

O histórico familiar, sexo, idade e hábitos do paciente devem ser levados em consideração na hora de solicitar o check-up, uma vez que a doença não apresenta sintomas expressivos, mas tem fatores de riscos, como diabetes, estresse, alto consumo de bebidas alcoólicas, sedentarismo e tabagismo.

A médica do Seconci-SP (Serviço Social da Construção), Priscila Cardozo, explica que o colesterol é um tipo de gordura presente no sangue classificada como HDL, bom, e LDL, ruim, responsável por processos inflamatórios nos vasos sanguíneos. 

“Durante as consultas de rotinas, os médicos costumam solicitar exames de sangue para analisar a dosagem das gorduras favoráveis e prejudiciais para a circulação sanguínea. Estas últimas podem causar doenças arteriais periféricas, cardíacas e cerebrovasculares. As mais graves são o AVC e o infarto”, explica

A partir do diagnóstico e dos valores de gordura indicados pelos exames, será possível definir o tratamento mais adequado.

O tratamento não se limita apenas a medicamentos, por isso novos hábitos como dieta equilibrada e atividades físicas fazem toda a diferença, além de contribuírem para melhorar ou evitar diversas outras doenças.  A substituição de algumas comidas, como arroz branco por integral, carne vermelha por branca, e a inclusão no cardápio de fibras naturais, aveia, frutas, legumes e verduras, favorecem a dieta e o controle da gordura no sangue. “É importante também evitar o consumo de alimentos fritos em óleo e incluir a prática de atividades físicas, de pelos menos de 150 minutos por semana, como recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS)”, ressalta a médica.

A prevenção requer exames anuais para homens acima de 35 anos e mulheres depois dos 45, visto que após a menopausa os riscos podem aumentar, de acordo com o Ministério da Saúde.

Por Harley Moreira

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