Empreendedorismo feminino, a nova era!

mulheres no comando

Empreendedorismo feminino, a nova era!

Empreendedorismo feminino, a nova era! Muito se fala sobre empreendedorismo feminino, mas é de suma importância sabermos de onde vem essa força que tem movido cada vez mais mulheres ao redor do mundo!

Em março de 1857, na cidade de Nova Iorque, trabalhadores de uma indústria têxtil se mobilizaram por melhores condições de trabalho e igualdade de direitos.

Manifestação brutalmente reprimida por força policial.

No mesmo mês de março, também em Nova Iorque, em 1908, trabalhadoras iniciaram uma greve por melhores condições de trabalho, fim do trabalho infantil e direito ao voto.

Nessa data, lembraram o ocorrido em 1857, a greve também foi fortemente reprimida por força policial.

Em fevereiro de 1909, cerca de 15 mil mulheres participaram de uma marcha por melhores condições de trabalho e pelo voto feminino.

O fato mais conhecido, em 25/03/1911, houve um incêndio em uma fábrica que matou 125 mulheres; a fábrica empregava mulheres de 13 a 23 anos, em sua maioria, imigrantes judias e italianas.

Apenas em 1975 o dia 08 de março foi intitulado dia internacional da mulher pela ONU.

Durante e após as grandes guerras mundiais, pela falta dos homens para o mercado de trabalho, não havia opção senão incluir mulheres nas empresas.

No Brasil, com a promulgação da Constituição Federal em 1988, foi garantido às mulheres o mesmo olhar no mercado de trabalho, gerando assim a possibilidade ao empreendedorismo feminino.

Segundo um estudo da OIT (Organização Internacional do Trabalho) mulheres estão mais propensas ao desemprego.

Em países desenvolvidos, a porcentagem em relação aos homens é menor que em países em desenvolvimento.

A OIT (Organização Internacional do Trabalho) revela também que mulheres estão em maior número em trabalhos informais.

O jornal Valor Econômico fez uma resenha de um estudo da OIT onde se apresentam dados afirmando que mulheres em comandos de empresas trazem mais lucro, inclusive no Brasil.

O estudo foi feito em 70 países com 13 mil empresas.

Mais da metade das empresas afirmaram que ter mulher no comando auxilia na retenção de talentos, criatividade, inovação e ainda ajuda na reputação das companhias.

No Brasil, 451 empresas participaram da pesquisa e mais de 70% delas afirmam que tiveram aumento nos resultados, crescimento de lucro de até 15% e algumas afirmam que tiveram ganho de até 10% a mais.

Em nosso país apenas 18% das empresas têm mulher como presidente. Isso é muito sério, quando entendemos que a maior “desculpa” para não promover uma mulher à presidência é sua possibilidade de maternidade.

O site Época Negócios apresenta que “várias mulheres que estão em época de ter filhos escutam que não estão em um momento bom para serem promovidas ou que não deveriam aceitar o cargo”.

O site ABRHSP , entende que homens e mulheres juntos formam empresas e resultados mais harmônicos por haver maior diversidade de pensamentos.

Mudando de cenário, temos o surgimento do empreendedorismo. A expressão empreender tem origem em meados do século XVIII na França.

O significado de empreendedor é entendido como indivíduo que tem atitudes pioneiras e estimula o progresso econômico, com ousadia e audácia.

Segundo estudo feito pela GEM (Global Entrepreneurship Monitor), as mulheres estão se aproximando de homens em número de empreendedorismo.

Revela ainda que, no Brasil, as empreendedoras têm menos de 34 anos. As brasileiras tem 5 vezes mais participação em negócios de saúde, educação e bem estar, comparado com homens, conforme dados colhidos do site.

Em 2017, o SEBRAE, em parceria com a GEM e IBQP, apresentou dados relevantes sobre empreendedorismo feminino no Brasil que, a partir de 2010, o empreendedorismo inicial passou a garantir maior participação feminina.

E em 2017 constatou que mulheres e homens estão “quase” em pé de igualdade.

Temos no mercado uma infinidade de novos negócios feminino surgindo. O grande problema é apenas nos vermos como empreendedoras quando passamos por algum problema financeiro.

Isso tem que mudar, o empreendedorismo deve ser prioridade em nossas vidas quando entendemos que o que queremos é sermos donas de nossos próprios destinos e negócios.

Eu, como advogada, me entendo empreendedora do ramo do direito, sigo minha carreira com planejamentos, com controle financeiro, marketing, metas e mudança de mindset.

A coisa mais importante a se fazer é entender o mercado do empreendedorismo, com esse artigo apresentei alguns dados para que você possa ir atrás do seu sonho e deslanchar em seu empreendimento.

Vamos juntas!

Por Fernanda Fattori Sanchez – Advogada, empresária e coach. Idealizadora do “Direito de Saia”, projeto com foco em empreendedorismo jurídico feminino.

COMUNIDADE DE COLUNISTAS

Para saber mais sobre o colunista da matéria, clique aqui.

Compartilhe esse post

Share on facebook
Share on whatsapp
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on print
Share on email

Veja os últimos posts