Engenharia japonesa em ar-condicionado garante economia de energia

ar condicionado

Engenharia japonesa em ar-condicionado garante economia de energia

Embora o fenômeno El Niño, conhecido por aquecer as águas do oceano Pacífico, apresente a chance de 50% de influência no clima sobre o Brasil, a chegada do inverno tem surpreendido os brasileiros com temperaturas abaixo do esperado. No estado do Paraná, elas têm sido as mais baixas do país — em Entre Rios, os termômetros pontuaram -4,8 ºC.

Neste período, cresce a procura por conforto em se manter aquecido. Blusas, toucas, luvas e cobertores são opções para se proteger das baixas temperaturas, mas não garantem o conforto ideal que um clima estável propõe ao ambiente. Uma pesquisa publicada pela Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul aponta que, só na capital gaúcha, a procura por equipamentos que aquecem ambientes supera os dados obtidos no mesmo período de 2018.

Porém, na hora de adquirir qualquer eletrodoméstico, é importante pesquisar os prós e os contras, pois um produto de baixo custo pode parecer uma boa alternativa, mas é necessário pensar também na funcionalidade e no custo operacional a longo prazo. Aquecedores elétricos são bem procurados, pois se apresentam como uma opção acessível e de fácil manuseio. Mas, se o fator determinante para a compra é o custo, é necessário levar em consideração o gasto inicial e o operacional das opções que o mercado dispõe.

Muitos ainda não conhecem, mas o ar-condicionado Inverter, que pode ter dupla função — tanto aquece como resfria —, tem como forte a economia de energia. Se comparado ao aquecedor, além da utilidade em qualquer clima, o Inverter tem diferenciais como maior conforto, economia de energia e a durabilidade. Segundo Nilson Murayama, gerente de Marketing e Produto da Daikin — empresa de origem japonesa e maior fabricante de ar-condicionado no mundo — há vantagens econômicas: “Comparado com as opções existentes no mercado de aquecedores, o ar-condicionado Inverter é uma opção mais inteligente para o conforto e para o bolso. Nesse caso, ele ainda pode economizar de 30% a 60% de energia gerando mais benefícios”.

Já os aquecedores, quando ligados por muito tempo, podem encarecer a conta de luz. É o que aponta a pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) feita em 2010. O estudo concluiu que o valor gasto em energia pode superar, em um mês de uso, o preço de aquisição. Para ser mais didático, a pesquisa aponta que um aparelho ligado por, aproximadamente, oito horas ao dia, durante duas semanas, pode gerar um impacto entre R$ 50 e R$ 95 mensais na conta de luz, dependendo do modelo.

Independentemente da estação, a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelece que a temperatura ideal do ar-condicionado em ambientes fechados gira em torno de 23°C. Diante dessa recomendação, a Daikin promove a cultura da climatização ideal, valorizando a economia de energia e, consequentemente, financeira do consumidor. Por isso, para suprir a expectativa de se manter confortável sem pesar no bolso, é importante considerar as opções que não encareçam a conta de luz e nem sejam prejudiciais ao meio ambiente.

“A Daikin é pioneira no Brasil em lançar um condicionador de ar com o fluido refrigerante R-32, que, além dos benefícios do Inverter, possui o fluido refrigerante com baixo GWP, do inglês, Global Warming Potential (potencial de aquecimento global, em português). Esse fluido possui 1/3 do GWP dos fluidos usados pela concorrência, trazendo muitos benefícios ao meio ambiente dentre elas, minimizar o aquecimento global”, aponta o gerente. Diante das opções no mercado, a Daikin, além de especialista no produto, é pautada na engenharia japonesa e investe em tecnologia de ponta, visando o conforto e a segurança do cliente. Durante a estação mais fria do ano, o objetivo é um só: elevar a temperatura do ambiente — por isso vale ressaltar que é possível atingir o clima desejado rapidamente e mantê-lo estável sem oscilação entre calor e frio.

Por Euracy Campos

COMUNIDADE DE COLUNISTAS

Para saber mais sobre o colunista da matéria, clique aqui.

Compartilhe esse post

Share on facebook
Share on whatsapp
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on print
Share on email

Veja os últimos posts