Ensino a distância (EAD): a nova sala de aula

Ensino a distância (EAD): a nova sala de aula

O ensino a distância, ou como é conhecido EAD, é uma realidade inexorável tanto quanto a globalização. Quando anunciaram a chegada da globalização ou mundialização do comércio, alguns estudiosos comentaram que não passava de um simples modismo. Mas, o fenômeno de escala planetária, além de ter chegado para ficar, trouxe consigo a Sociedade do Conhecimento e a Tecnologia da Informação. Com a globalização, o que se viu não foi apenas a mudança de paradigmas, mas a chegada de uma nova era, que poucos percebem ou acompanham chocados o ‘tsunami da pós-modernidade’.

A Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes) estima que em 2023, as instituições privadas passarão a receber mais alunos para estudar em cursos a distância do que presencialmente. As matrículas em EAD cresceram 17,6% de 2016 para 2017, segundo opelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Mas, como explicar essa nova sala de aula?

Juntamente com as redes e mídias virtuais, onde a população mundial cada vez mais interage e se comunica, o ensino a distância já conquistou e se consolidou no planeta. Hoje, cada vez mais essa modalidade vai ganhando terreno em todas as áreas do saber, se tornado ensino 100% virtual ou semipresencial, dependendo da complexidade da área do saber acadêmico.

Negar o EAD ou desacreditá-lo é tentar recusar o óbvio da dinâmica, da velocidade e da complexidade do mundo pós-moderno. Atualmente, todas nossas ações são pautadas nas novas tecnologias, de compras a relacionamentos, são mais de nove horas por dia que o brasileiro gasta conectado na internet, segundo uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil. Diante deste cenário, não poderíamos esperar que ocorre de forma diferenciada com a educação.

A questão cultural em países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, faz dessa modalidade uma ferramenta que aos poucos vai ganhando espaço e confiança da sociedade, já que esses cursos atendem a todos os requisitos do MEC e as avaliações de desempenho dos alunos e qualidade dos cursos são tão boas ou até melhores quanto os cursos presenciais.

*Por Jorge Barros

COMUNIDADE DE COLUNISTAS

Para saber mais sobre o colunista da matéria, clique aqui.

Compartilhe esse post

Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no print
Compartilhar no email

Veja os últimos posts