Estão abertas as inscrições para três oficinas que serão realizadas pela CIRANDA DE FILMES

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por Trombone Comunica

Tony Berchmans, Sergio Rizzo e Gustavo Gitti ministrarão as oficinas no Anexo do Espaço Itaú Augusta, respectivamente sobre A música do Filme, A crítica cinematográfica e TaKeTiNa

A inscrição para cada oficina custa R$70 e
deve ser feita pelo e-mail contato@cirandadefilmes.com.br

As oficinas darão certificado para cada participante

A MÚSICA DO FILME – TUDO O QUE VOCÊ GOSTARIA DE SABER SOBRE A MÚSICA DE CINEMA, por Tony Berchmans

Aulas (total de 9 horas):

1º encontro (aula inaugural): 23/5, quinta-feira, das 19h30 às 22h30

2º encontro: 24/5, sexta-feira, das 19h30 às 22h30

3º encontro: 25/5, sábado, das 14h às 17h

Local: Espaço Itaú de Cinema Augusta | Anexo (Rua Augusta, 1.470, Sala de Cursos)

Número de vagas: 32

Valor do investimento: R$ 70,00 (setenta reais)

Tony Berchmans é autor do livro “A Música do Filme – Tudo o que você gostaria de saber sobre a música de cinema”, referência bibliográfica para o tema da oficina. Pianista, compositor, produtor musical, engenheiro pós-graduado em Comunicação pela ESPM-SP, desde 1992 trabalha no mercado de produção fonográfica, coordenando, compondo e produzindo som para rádio, TV, cinema e internet.

Atualmente, é professor no curso de Pós-Graduação em Trilha Sonora para Cinema e TV da Universidade Anhembi-Morumbi, produtor associado da Punch Áudio (premiada produtora de áudio brasileira na área de produção publicitária), e criador do espetáculo audiovisual CINEPIANO, no qual compõe trilha sonora ao vivo e com o qual já realizou mais de 140 concertos no Brasil, Noruega, Itália, Inglaterra, Portugal e Romênia.

O curso apresenta um amplo panorama do universo das trilhas originais compostas para cinema, em diversos aspectos: A importância da música na narrativa cinematográfica, suas origens e a evolução histórica, os compositores e o processo de criação e produção musical, fundamentos, curiosidades e funções das trilhas sonoras e, finalmente, os novos olhares e tendências da composição da música do cinema contemporâneo.

“Busco trazer ao participante uma abordagem diferente, ausente até de reconhecidos cursos superiores de cinema. Há uma flagrante lacuna na compreensão da relevância da música na obra de grandes cineastas. A música é a ferramenta mais obscura, desconhecida e subestimada na construção e desconstrução crítica de um filme. Primeiro sugiro um olhar técnico fundamental, depois uma análise mais profunda da inter-relação entre música e imagem, passando por truques e artifícios utilizados por grandes compositores e cineastas.”

“Até experientes profissionais do cinema muitas vezes subutilizam todas as possibilidades da música enquanto ferramenta dramática na narrativa fílmica. Longe da pretensão de ensinar alguém a fazer trilha de cinema, meu desafio é provocar estudantes, compositores, diretores, para que efetivamente adquiram mais recursos e fundamentos para inspirações criativas e decisões práticas”

A CRÍTICA CINEMATOGRÁFICA, por Sergio Rizzo

Aulas (total de 20 horas)

1º encontro (aula inaugural): 18/5, sábado: das 10h às 12h30 e das 14h às 17h (com exibição de filmes da programação da Ciranda)

2º encontro: 19/5, domingo: das 11h às 14h (com exibição de filmes da programação da Ciranda)

3º encontro: 22/5, quarta-feira: das 18h às 19h30

4º encontro: 25/5, sábado: das 10h às 12h30 e das 14h30 às 17h (com exibição de filmes da programação da Ciranda e atendimento)

5º encontro: 26/5, domingo: das 11h às 14h (com exibição de filmes da programação do evento) e das 15h às 17h (atendimento)

Local: Espaço Itaú de Cinema Augusta | Anexo (Rua Augusta, 1.470, Sala de Cursos)

Número de vagas: 32

Valor do investimento: R$ 70,00 (setenta reais)

O crítico de cinema Sergio Rizzo é jornalista, mestre em Artes/Cinema, com uma dissertação sobre a obra de Woody Allen, e doutor em Meios e Processos Audiovisuais, com uma tese sobre a formação de professores para a educação audiovisual (ECA-USP). É crítico do jornal “O Globo”, colaborador da “Folha de S. Paulo” e de publicações na área de educação, como a revista “Educação” e o jornal “Mundo”. Trabalha como produtor associado da produtora de audiovisual Parece Cinema, para a qual dirigiu o documentário de curta-metragem “Passo” (2018) e desenvolve projetos como roteirista e produtor. É membro dos comitês de seleção do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários e da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Dá aulas na graduação e na pós-graduação da FAAP, na Academia Internacional de Cinema, no Colégio Augusto Laranja, na Casa do Saber, na FIA (Fundação Instituto de Administração), no Espaço Itaú de Cinema, em unidades do Sesc-SP e no modelo “in company”, em escritórios de advocacia e organizações privadas. No exterior, fez palestras nos EUA (Harvard University), França (Sorbonne), Portugal (Instituto Politécnico do Porto, Universidade de Coimbra, Festival Filmes do Homem) e participou da equipe de programação da Bergman Week (Suécia).

Sergio Rizzo é autor dos livros “Cinema e Educação – 200 Filmes sobre a Escola e a Vida” (Editora Segmento), “Família e Educação – Quatro Olhares” (Editora Papirus) e “Vitória – Ayrton Senna” (Editora Melhoramentos), além de diversas participações em coletâneas e em catálogos de mostras e retrospectivas dedicadas a cineastas como Ingmar Bergman, Woody Allen, Stanley Kubrick, Quentin Tarantino, Luchino Visconti e irmãos Dardenne.

Discutir e exercitar os fundamentos, critérios e procedimentos da crítica cinematográfica são propostas desta oficina que a 5.ª edição da Ciranda de Filmes oferece novamente. Nos encontros, serão apresentados textos analíticos que adotem como objeto a produção audiovisual relacionada à infância, à juventude e à educação. Por meio dos filmes que integram a programação da mostra em 2019, a oficina envolve exercícios de leitura e elaboração de crítica.

“O filme continua quando acaba. Um dos maiores críticos e teóricos de cinema, o francês André Bazin deixou essa e diversas outras ideias sobre o trabalho do crítico cinematográfico. Mais do que as fronteiras do “gosto” ou “não gosto”, o trabalho do crítico ilumina todas as dimensões de linguagem (direção, fotografia, direção de arte, atuação, figurino), de pesquisa e narrativa (conteúdo, temáticas, construção do universo e dos personagens, etc), e a experiência do cinema. O crítico segue inspirando e ecoando as intenções e intensidades do filme”.

TAKETINA: O PODER TRANSFORMADOR DO RITMO, com Gustavo Gitti

A oficina completa se estende por três sessões. Recomenda-se a participação de todo o processo para colher os benefícios do método. Caso não seja possível, pode-se participar de pelo menos duas sessões.

Sessões

1ª sessão: 23/5, quinta-feira: das 10h às 12h30

2ª sessão: 24/5, sexta-feira: das 10h às 12h30

3ª sessão: 25/5, sábado, logo após a exibição do filme Intangible Asset 82 (verificar sala e horário de exibição na programação do evento)

Local: Espaço Itaú de Cinema Augusta | saguão (Rua Augusta, 1.475)

Número de vagas: 45

Valor do investimento: R$ 70,00 (setenta reais)

Primeiro professor brasileiro de TaKeTiNa, Gustavo Gitti terminou em agosto de 2012 sua formação de três anos com o fundador do método, do músico e educador austríaco Reinhard Flatischler, que o habilita a conduzir workshops intensivos pelo Brasil. É também coordenador do olugar.org (comunidade online de transformação). Seu site é www.gustavogitti.com

Desenvolvida na década de 1970 pelo percussionista austríaco Reinhard Flatischler, a TaKeTiNa é um processo coletivo que utiliza o ritmo para o desenvolvimento humano. TaKeTiNa integra ritmos arquetípicos presentes em todas as grandes tradições percussivas (cubana, africana, árabe, brasileira, japonesa, coreana, indiana) com as recentes descobertas de pesquisas em neurociência, psicomotricidade, musicoterapia, atenção plena, educação sistêmica e teoria do caos. Os participantes desenvolvem uma profunda orientação rítmica e também qualidades diretamente benéficas para a saúde física e mental. O processo de transformação começa na relação com o ritmo e frequentemente se expande de formas inesperadas para todos os âmbitos da vida.

O método da TaKeTiNa é usado por toda a Europa, na Austrália, na Nova Zelândia, nos Estados Unidos, na China e mais recentemente na Argentina, na Colômbia, no México e no Brasil em empresas, universidades, clínicas, hospitais e centros culturais. Ele nos ajuda a:

•             Relaxar mais profundamente, reduzindo reatividade, ansiedade e controle

•             Estabilizar a atenção por longos períodos

•             Soltar complicações discursivas e retornar à simplicidade silenciosa do corpo

•             Ganhar liberdade diante de pensamentos compulsivos e jogos emocionais aflitivos

•             Aproveitar (em vez de evitar) situações de incerteza, desconforto e caos

•             Explorar a percepção simultânea de múltiplas camadas de complexidade

•             Usar o fluxo do ritmo para evidenciar áreas de rigidez, teimosia e fixação

•             Integrar e transcender polaridades: fazer e deixar acontecer, dentro e fora, escuta e fala, eu aqui e o mundo lá…

•             Diminuir o medo de errar e fracassar

•             Ampliar a curiosidade e o estado de não saber

•             Agir e viver sem tanto esforço

•             Aprofundar a compreensão sobre autoorganização e inteligência coletiva

•             Conviver em rede com mais flexibilidade, empatia, suavidade e compaixão

•             Descobrir outras linguagens para se comunicar

•             Cultivar silêncio, presença e espaço

“Nossa relação com o ritmo espelha a relação que temos com o mundo. Tudo o que dificulta nossa vida se reflete em travas rítmicas, que nosso corpo e nossa mente podem superar usando o ritmo como suporte. O ritmo toca cordas de profunda ressonância em nossas memórias ancestrais. Sempre que nos conectamos com outros seres humanos pela dança ou pela percussão, surge a memória da humanidade como uma só família”. (Reinhard Flatischler)