Lei determina que sites devem dizer exatamente o que farão com as informações coletadas

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Em maio de 2018, entrou em vigor o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GPDR). Preocupados com os consumidores e cidadãos, a lei determina que qualquer site deve dizer exatamente o que fará com as informações coletadas dos visitantes e perguntar se o mesmo autoriza ou não o uso de tais dados.

A partir da data estabelecida além dos visitantes terem o direito a aceitar ou recusar o uso de dados, eles podem também pedir para os portais mostrarem quais informações eles têm coletadas sobre ele, e pedir que excluam algumas ou todas elas.

O debate intensificou a preocupação com o uso de dados em diversos países, e em resposta a esses questionamentos no Brasil foi sancionada em agosto de 2018 a lei que protege os usuários no campo digital. A lei geral de proteção de dados pessoais (LGDP) funciona da mesma maneira que o regulamento europeu, e os sites e portais tem até fevereiro de 2020 para se adequarem as novas formas.

Pensando em maneiras de ajudar os responsáveis por sites e portais algumas empresas como a SODIT auxiliam nessa transição, oferecendo serviços que ajustam seu veículo às novas regras digitais.

A LGPD muda muito a forma de coletar dados virtuais. Não será mais permitido apenas informar ao usuário que a página usa cookies. Será obrigatório informar ao internauta quais são as finalidades dos cookies de maneira clara e objetiva, além de permitir fácil acesso a revogação dos consentimentos.

A ferramenta de compliance da SODIT traz ao usuário a facilidade de entender de maneira objetiva a finalidade para qual os dados são coletados.
Além disso, com o selo de “privacidade” presente a todo momento e de fácil acesso, o usuário pode a qualquer momento, alterar as permissões concedidas aquela página.

Para maiores informações acesse :
http://lgpd2.sodit.com.br/?utm=artigo-revista-nf-07jun

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