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Não haverá regresso à normalidade tal e qual a vivíamos, avisa ministra da Saúde

Leia o que a especialista tem a dizer sobre

Não haverá regresso à normalidade tal e qual a vivíamos, avisa ministra da Saúde

Mais 75 pessoas morreram nas últimas 24 horas por covid-19, de acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde desta sexta-feira, 18 de dezembro, e houve mais 4.336 novas infeções.

Registam-se agora totais de 5.977 mortes e de 366.952 infetados em Portugal. O número de pessoas dadas como curadas aumentou para 290.690, mais 3.662 em relação ao dia anterior, havendo agora 70.285 casos ativos no País, mais 599 relativamente ao dia anterior.

484 internados por covid-19 em Unidades de Cuidados Intensivos 

No Norte registaram-se 31 óbitos e 2.001 infeções. No Centro perderam a vida 12 pacientes com covid-19 e mais 674 foram infetadas. Lisboa e Vale Tejo registou 27 falecimentos e 1.360 infeções.

No Alentejo houve mais 4 mortos e 195 infeções novas. No Algarve não houve mortes e ficaram infetadas mais 67 pessoas. Nos Açores o número de novas infeções registado foi de 21 e um óbito. Na Madeira registaram-se mais 27 novos infetados, sem nenhuma morte a declarar.

Não haverá um regresso à normalidade Tal e qual a vivíamos, avisou Marta Temido, ministra da Saúde, na conferência de imprensa deste domingo. O R (taxa de transmissão) de Portugal é de 1.04. O máximo da infecção já terá ocorrido, diz a ministra.

A governante deixou ainda quatro ideias fortes para serem absorvidas pelos portugueses.

''A doença não está ultrapassada, teremos de manter o distanciamento social, usar máscara social nos espaços fechados e manter o mais possível a higienização das mãos.'' 

Há neste momento 3.061 pessoas internadas (menos 81), 484 em unidades de cuidados intensivos (menos 10).

Medir a febre aos trabalhadores é legal, defende ministra

A ministra da Saúde Marta Temido disse ainda que, em relação à polémica da medição da temperatura corporal aos trabalhadores, que há quatro situações legítimas.

Se existir consentimento expresso do trabalhador, se a medição for realizada por um profissional de Saúde, que está sujeito a sigilo ou por outra pessoa com dever de confidencialidade.

Podem ainda as empresas medir a febre aos trabalhadores quando haja motivos de interesse público, no domínio da Saúde pública e, finalmente, se a finalidade for a proteção e a segurança dos trabalhadores ou de terceiros. 

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