Programa Gilvandro Show reúne ícones do Carnaval de Pernambuco no centro da cidade

bloco galo da madrugada

Programa Gilvandro Show reúne ícones do Carnaval de Pernambuco no centro da cidade

Programa Gilvandro Show reúne ícones do Carnaval de Pernambuco no centro da cidade. Quem não conhece o Galo da Madrugada?

Ele, que mede mais de 30 metros de altura, começou a desfilar por Recife em janeiro de 1978, às 5h da manhã, antes da abertura do comércio no centro da cidade, despertando os moradores para os dias de folia que se iniciavam.

A festa ainda é bastante esperada pelos recifenses e pelos milhares de turistas, porém, hoje em dia, o Galo sai às 10h da manhã e a folia se estende até o final da tarde.

Porém, não é possível falar do Galo sem falar do cantor Almir Rouche, famoso pelos carnavais ao lado dele.

Ao programa Gilvandro Show no último sábado (18), ele conversou sobre sua carreira de 30 anos, contando que já esteve à frente das bandas Pinguim e Banda Humm entre os anos 1988 e 2000 e segue, há mais de 10 anos, em carreira solo.

Gilvandro Oliveira Filho, comandando o programa ao vivo do centro de Recife, recebeu, ainda, o empresário e artesão Leandro Castro, ladeado pela esposa Sineide, para falarem sobre os Bonecos Gigantes de Olinda, que são sucesso internacional.

“Os bonecos possuem cerca de quatro metros de altura, quando erguidos, e pesam por volta de 20 quilos”, conta Leandro.

Personalidades como Lampião, Michael Jackson, Luiz Gonzaga, Chacrinha, Alceu Valença, Elba Ramalho, Pelé, Jô Soares, Neymar, Os Beatles, Rita Lee, Roberto Carlos, David Bowie e Elvis Presley, além do atual presidente Jair Messias Bolsonaro, são fielmente representadas pelas mãos de Castro e sua equipe. (confira o áudio do presidente).

O frevo do bom e todas as alegorias peculiares de Pernambuco fomentam uma festa de grandes dimensões, referência para o todo o Brasil, pois ali, é Carnaval o ano inteiro.

A influência veio dos bailes de outros países, como o da Itália, sobretudo de Veneza com seus desfiles de máscaras.

Muitos dos trajes e figurinos característicos do século 18 tentavam reproduzir o estilo e a moda dos nobres daquela época, como as máscaras, roupa de seda negra e chapéu de três pontas.

Por isso, em Pernambuco, há uma dicotomia cultural:

  • de um lado aparece a tradição, representada pelos espetáculos populares, como maracatu, blocos de frevo, troças, caboclinhos,
  • de outro, a cena musical contemporânea, com shows de artistas dos mais diversos ritmos, como os de Almir Rouche.

“A festa por aqui é completa e agrega a diversidade, ninguém fica parado”, resume o cantor.

Por Redação

Confira o áudio do Presidente

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