Teve a redução salarial ou perdeu o emprego? Minimize os gastos

Teve a redução salarial ou perdeu o emprego? Minimize os gastos

Teve a redução salarial ou perdeu o emprego? Minimize os gastos

Teve a redução salarial ou perdeu o emprego? Veja como avaliar e minimizar os gastos nesse momento. O Brasil fechou mais de 860 mil postos de trabalho em abril, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED, divulgado dia 27/05. Esse número cai para 763.232 desligamentos, quando analisamos o acumulado no ano, mas o impacto ainda é relevante.

A quarentena imposta em inúmeros estados e países, devido a expansão da pandemia da Covid-19, é um dos principais motivos para a intensificação da crise econômica. Para tentar amenizar essa situação, o Governo Federal permitiu que as empresas aderissem a algumas ações como a redução da jornada de trabalho, acarretando em redução salarial ou, até mesmo, a suspensão do contrato por período pré-determinado.

Apesar de serem medidas criadas para impedir um aumento no desemprego, o que os cidadãos que tiveram seu salário reduzido ou perderam o emprego podem fazer para continuar com as contas em dia?

Se essas pessoas não tiverem uma reserva emergencial, elas precisarão escolher as contas que serão pagas. Pensar nisso, dá um nó no estômago de qualquer um, então, para tentar minimizar essa dor de cabeça separamos os gastos mais comuns em alguns quadrantes para que possa nos facilitar a visualização de quais são as prioridades e o que podemos classificar como “luxo”.

O primeiro quadrante vamos chamar de Gastos fixos essenciais, ou seja, aluguel, condomínio, financiamento imobiliário, convênio médico. Esses são os últimos itens a serem cogitados para cortar ou não pagar. Já no segundo quadrante, destacamos os Gastos fixos não essenciais. O que é isso? Um exemplo básico seria internet ou TV por assinatura. Muitos têm esse “combo”, mas eles não são fundamentais para a sobrevivência.

Do outro lado dos quadrantes, estão os Gastos variáveis essenciais, como a nossa conta de água, luz, gás. São valores flutuantes, que quanto mais utilizamos maior será o custo. São gastos que não podemos deixar de lado, e que infelizmente trazem imprevisibilidade.

E, por último, o quarto quadrante são de Gastos variáveis e não essenciais, que, normalmente, se encaixam no que chamamos de lazer, como compras e os famosos “mimos” que costumamos fazer a nós mesmos ou por quem gostamos.

Entendemos que todas as contas e gastos que pudermos classificar como não essencial, podemos olhar com mais atenção. Até quando é possível sustentar esse orçamento? São coisas que valem a pena? É possível “abrir mão” de alguns itens principalmente enquanto estiver com a redução salarial ou desempregado.

O quarto quadrante é o primeiro a ser analisado e isso deve começar na própria compra de supermercado.

Quais alimentos você realmente precisa comprar? O sorvete e o salgadinho são itens que te farão falta? Você consegue mudar a marca de determinados produtos enquanto estiver com o orçamento mais apertado?

Nesse momento mais difícil, sugerimos que essas pessoas experimentem novos produtos que sejam de menor valor, que busquem renegociar com os fornecedores os pacotes de serviços essenciais, e reduzam a quantidade de guloseimas que são itens mais caros na compra de supermercado.

Não existe um segredo para sair do vermelho, mas em momentos de ansiedade e preocupação, precisamos de muita cautela e atenção ao nosso comportamento. Logo tudo isso passar, quem conseguir de alguma forma se adaptar conseguirá tirar o melhor deste novo cenário.

*Por Augusto Santa Catharina assessor da Messem Investimentos

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