Vai vender o carro? Veja cinco dicas de manutenção para valorizar o seu seminovo

Carros usados

A venda de veículos seminovos cresceu 7% nos primeiros meses de 2019,
de acordo com dados da Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores). Em 2018, foram comercializados mais de 14,2 milhões de automóveis usados.

Os negócios foram impulsionados por plataformas online que facilitam a compra e venda entre pessoas físicas. Mas essa é uma modalidade que está sempre em alta no mercado brasileiro.

Para conseguir a melhor oferta, é preciso planejamento e dedicação. A manutenção, por exemplo, interfere diretamente no preço e pode impulsionar ou reduzir o valor. Confira cinco exemplos de como a boa conservação do carro ajuda a valorizá-lo:

Para quem vende, a possibilidade de dinheiro rápido é um atrativo interessante – mas exige planejamento e dedicação para conseguir a melhor oferta. A manutenção, por exemplo, interfere diretamente no preço e pode impulsionar ou reduzir o valor.

Aqui, a startup InstaCarro dá cinco exemplos de como a boa conservação do carro pode valorizá-lo:

1 – Imagem é tudo

O visual é a primeira coisa que qualquer interessado olha em um carro. Vale mais a pena arrumar pequenos defeitos na lataria, por exemplo, do que dar um desconto no valor final. Só não é recomendável fazer esses pequenos consertos se for vender para uma loja, pois ela normalmente consegue arrumar todas as avarias por um custo menor, e tende a ser mais criteriosa na avaliação do serviço já feito.

2 – De olho no motor

Não é exagero dizer que o motor é o coração de um automóvel – ele precisa estar em boas condições para que possa circular pelas ruas. Portanto, uma forma de valorizar o seminovo é garantir que ele esteja em pleno funcionamento. Faça as manutenções necessárias e sempre troque o óleo e a água nos períodos recomendados para evitar qualquer tipo de desgaste.

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3 – Volta às origens

Muitos motoristas, principalmente os mais jovens, gostam de personalizar seus veículos, substituindo peças originais por itens customizados. Essa prática pode até deixar o carro com o estilo da pessoa, mas certamente não é recomendada para valorizá-lo. Para conseguir os melhores preços no momento da revenda é essencial manter tudo como veio de fábrica. Caso contrário, só conseguirá uma boa oferta se encontrar alguém com os mesmos gostos de customização.

4 – Quilometragem x idade

A quantidade de quilômetros rodados pelo automóvel é um indicador importante para avaliar seu estado de conservação. Entretanto, o número em si pode levar a conclusões precipitadas sobre o preço na hora da revenda. É importante comparar a quilometragem com a idade do automóvel e ver se está de acordo com o tempo de uso. O ideal é fugir dos extremos, ou seja, carros novos com muita quilometragem ou antigos com baixa rodagem (o que significa que ficou muito tempo parado).

5 – Revisões em dia

É recomendável que o motorista mantenha todas as revisões do veículo em dia e faça todas as visitas técnicas necessárias, como alinhamento e troca de pneus, para manter o carro no melhor estado de conservação possível. Dessa forma, na hora de vender, é possível cobrar o melhor preço porque o comprador não terá nenhum problema com peças e vistorias.

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