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Manter a caderneta de vacinação atualizada é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças graves e proteger a saúde ao longo da vida

Muitas pessoas associam a vacinação apenas à infância, mas a imunização é essencial em todas as fases da vida. Adultos e idosos também precisam manter a carteira de vacinação em dia para reduzir o risco de doenças infecciosas e suas complicações, especialmente em pessoas com doenças crônicas ou imunidade reduzida.
Segundo a infectologista Dra. Mariana Costa, a vacinação é uma importante aliada da prevenção. “As vacinas estimulam o sistema imunológico a produzir proteção contra diversas doenças, diminuindo o risco de internações e de casos graves”, explica.
Entre os imunizantes recomendados para adultos estão a vacina contra Influenza (gripe), aplicada anualmente; a dT (difteria e tétano), com reforço a cada dez anos; a vacina contra a Hepatite B, para quem ainda não completou o esquema vacinal; e a vacina contra a Covid-19, conforme as orientações atualizadas das autoridades de saúde.
Para os idosos, além dessas vacinas, também são indicadas a vacina pneumocócica, que ajuda a prevenir pneumonia e outras infecções causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, e a vacina contra o Herpes-zóster, que reduz o risco da doença e de suas complicações, como a neuralgia pós-herpética.
“O envelhecimento torna o organismo mais vulnerável às infecções. Por isso, manter a vacinação em dia é uma medida simples que contribui para um envelhecimento mais saudável e com mais qualidade de vida”, destaca a especialista.
Antes de se vacinar, é importante procurar uma unidade de saúde para verificar a situação da carteira de vacinação e receber orientação sobre os imunizantes indicados para cada faixa etária e condição clínica.
Vacinas que não podem faltar
Adultos
- Influenza (anual)
- Covid-19
- dT (difteria e tétano)
- Hepatite B
Idosos
- Influenza
- Covid-19
- Pneumocócica
- Herpes-zóster
- dT (reforço a cada 10 anos)
Lembre-se: a indicação das vacinas pode variar conforme a idade, doenças preexistentes, histórico vacinal e recomendações do Ministério da Saúde. Consulte um profissional de saúde para manter sua proteção em dia.
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