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Febre entre os mais jovens o item tem batido recorde de procura, muitos não se atentam para os riscos
Da Redação
A ideia de um “cigarro elétrico” é antiga e data dos anos 1960, nos #EstadosUnidos. O primeiro aparelho eletrônico para fumar foi desenvolvido e patenteado em 1963, por #HerbertGilbert. A invenção não chegou a ser comercializada porque faltava tecnologia.
Os #cigarroseletrônicos são maléficos à saúde e não são seguros. Não há registros sobre os tipos de substâncias e as concentrações que estão presentes nos cartuchos, por exemplo. Os Dispositivos Eletrônicos para Fumar possuem substâncias tóxicas além da nicotina e podem causar doenças respiratórias.
Alardeados como uma alternativa ao tabaco, os cigarros eletrônicos, também conhecidos como vape, são prejudiciais à saúde e podem causar lesões agudas no pulmão, segundo o pneumologista #FlávioArbex, médico do ambulatório de doenças cardiorrespiratórias da Escola Paulista de Medicina – #Unifesp.

O médico pneumologista #FranciscoMazon explica que enquanto um cigarro comum tem entre 1 mg e 2 mg de nicotina, o cigarro eletrônico costuma ter de 3 mg até 5 mg. “Para fumar um cigarro comum, gasta-se de 1 a 5 minutos. Mas quem fuma um cigarro eletrônico fuma por muito mais tempo.”
A comercialização importação e propaganda de todos os tipos de dispositivos eletrônicos para fumar são proibidas no Brasil, por meio da Resolução de Diretoria Colegiada da #Anvisa -Agência de Vigilância Sanítária: RDC nº 46, de 28 de agosto de 2009. Mesmo proibido no país, cigarro eletrônico é comprado até por delivery.
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Uma resposta
muito legal esse site parabéns pelo conteúdo.